O «Código da Estrada» que não está escrito

Dos sinais de luzes a dar os «piscas», há uma série de «regras» e formas de comunicação que não estão escritos no Código da Estrada.

 

Criado e utilizado, maioritariamente, por quem faz grande parte da sua vida atrás de um volante, há todo um «Código da Estrada» não oficial que há anos facilita a convivência entre os condutores.

Não, não falo do elenco de leis e regras escritas e rescritas por sucessivos governos e que tivemos todos de estudar na escola de condução. Aquilo a que me refiro é uma espécie de «código de honra» (ou o buxido) dos condutores.

 

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Sinistralidade rodoviária diminuiu mais do que era expectável

No ano de 2020 a sinistralidade rodoviária, como muitos outros fenómenos da sociedade, foi fortemente condicionada em Portugal, na Europa e no Mundo, pelas alterações verificadas na mobilidade, e consequentemente na exposição ao risco de acidente e no comportamento dos utentes das vias, em resultado das medidas de confinamento tomadas para conter a pandemia do SARS Cov-2.sinistralidade

O impacto dessas medidas restritivas da mobilidade é patente na diminuição no consumo de combustível rodoviário de 14,4% registada em 2020 face a 2019 de acordo com informação da Direção Geral de Geologia e Energia (DGEG), correspondendo a uma variação no mesmo sentido dos quilómetros percorridos. Continue a ler

Curiosidades sobre o uso do telemóvel durante a condução

 

A utilização do telemóvel ao volante está classificada no Código da Estrada como contraordenação grave, punível com coima entre 120 e 600 euros e perda da carta entre um mese e um ano. Contudo, vemos diariamente condutores a mexer nos seus telemóveis, seja a falar, a escrever mensagens ou até a navegar na internet, o uso do telemóvel é muito comum mesmo apesar das coimas pesadas e dos riscos claros que essa pratica acarreta. Conheça 10 factos numéricos recolhidos pela Brisa e que alertam para o risco da condução ao telemóvel.

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Unimog faz 70 anos, mas continua um jovem

Do alemão “UNIversal-MOtor-Gerät”, ou Unimog para os amigos.

 

Estradas da Europa e do mundo classificadas: como estamos?

 

estradas

Portugal é o sétimo país do mundo e o quarto país da Europa com estradas com mais qualidade, refere o mais recente relatório do Fórum Económico Mundial.

Portugal tem das melhores estradas do mundo e da Europa. Poderá surpreender, dada a visão pouco abonatória que todos temos da nossa malha rodoviária, mas essa é a opinião insuspeita do Fórum Económico Mundial.

No primeiro lugar deste ranking europeu está a Suíça, com 6,3 pontos em 7 possíveis.

A nação helvética ocupa o 3º lugar a nível mundial com as estradas de maior qualidade, atrás dos Emiratos Árabes Unidos e de Singapura.

Estradas da Holanda em 2º lugar

Ainda em termos europeus, a Holanda é o 2º país mais bem posicionado, seguindo-se a França (3º), Portugal (4º) e Áustria (5º), estes três últimos com uma pontuação igual, mas classificados de forma diferente.

No estudo realizado pelo Fórum Económico Mundial, a Ucrânia surge com a pior prestação da Europa, com 2,4 pontos (em 7 máximos possíveis). Ainda em termos europeus, a segunda nação com a rede rodoviária pior é a Moldávia, seguido de Roménia, Rússia e Bósnia e Herzegovina.

No Circula Seguro elaborámos a infografia que vê mais abaixo onde se podem ver os primeiros 50 países do mundo do ranking em termos de qualidade das suas estradas.

Foto: Max Pixel

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Fundo de Garantia Automóvel: como funciona e para que serve?

Se sofreu um acidente com um veículo sem seguro ou cujo responsável seja desconhecido, não perca a esperança. O Fundo de Garantia Automóvel pode ajudá-lo a reduzir os prejuízos!

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Estes são os carros mais seguros

Euro NCAP é uma entidade que realiza testes de colisão em novos veículos. Os resultados são analisados e são elaboradas classificações de segurança. Estas classificações fornecem aos potenciais compradores de automóveis uma avaliação realista e independente do desempenho de segurança de cada modelo.

Fundada em 1997 a Euro NCAP é apoiada por várias organizações governamentais, automobilísticas, de consumidores e de seguros. Esta entidade tornou-se rapidamente um catalisador na área da segurança, encorajando e incentivando cada vez mais melhorias significativas neste campo. Desde incorporações de recomendações no design de carros novos passando pela análise de novas tecnologias. Saiba aqui quais são oscarros mais seguros?

As classificações Euro NCAP aplicam-se estritamente aos veículos das especificações oferecidas na Europa. Deste modo as classificações não se aplicam a modelos oferecidos em outras regiões. Mesmo quando vendidos com um nome idêntico, já que as especificações de produção e os equipamentos podem variar.

Os carros mais seguros de 2018

A Euro NCAP anunciou no fim do ano passado os seus vencedores anuais “Best in Class”. De todos os testes efetuados foram três os veículos que alcançaram o cobiçado prêmio. A saber, os carros mais seguros foram:

Mercedes-Benz Classe A

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A idade do seu carro, fulcral num acidente

idade

A média de idade do parque automóvel nacional é superior a doze anos (12,8), um número bastante avançado para os nossos veículos e que nos situa como um dos países mais ao fundo da lista por comparação com o resto da Europa. Mas o que mais compromete este dado é a sua importante influência no que diz respeito à segurança rodoviária. Esta circunstância não só nos afeta em questões ambientais, com a emissão de gases contaminantes, ou o excessivo consumo de combustível, mas também o desgaste dos veículos com o tempo e consequente diminuição da segurança: um carro antigo é menos seguro e pode causar lesões de maior gravidade.

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Sinal de trânsito com um sapo. Sim, existe. O que significa?

A EN 114 e na EN4, no distrito de Évora, foram instalados sinais de trânsito que alertam os condutores para o perigo de atropelarem sapos. Conheça a história deste novo sinal.

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Atropelamentos: 47 mortos até junho representam crescimento de 47%

 

O número de pessoas mortas em atropelamentos no primeiro semestre é o valor mais alto dos últimos cinco anos: 47 fatalidades.

De acordo com os dados trabalhados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) nos primeiros seis meses do ano, o número de atropelamentos fatais aumentou 47% quando comparado com o primeiro semestre de 2017.

A ANSR indica que, de janeiro a junho, houve 47 atropelamentos fatais, quando no mesmo período de tempo do ano passado as estatísticas assinalavam 32 mortes, uma diferença de 15 pessoas.

Desde o ano 2014 que não havia um semestre com tantos mortos devido a atropelamentos. É preciso recuar aos anos de 2012 e de 2013 para encontrarmos um volume superior (51 registos, em cada um destes anos).

Este é, pois, o valor mais alto dos últimos cinco anos em termos de atropelamentos.

178 feridos graves em atropelamentos

É importante passar a informação de que estes indicadores oficiais são ainda a 24 horas, o que abrange as vítimas mortais cujo óbito foi declarado no próprio local do acidente ou a caminho do hospital. Continue a ler